A frase do título pode muito bem ser aplicada a determinadas situações de conflitos no planeta. Vejam que os israelitas sofreram, e muito, na segunda guerra. Aliás, historicamente o povo judeu foi perseguido. Presenteado pela ONU com um território próprio, desde lá vem se imiscuindo em território árabe e aumentando o conflito bélico com seus vizinhos, esquecendo do seu passado maracado por perseguições e injustiças. No último conflito em Gaza, muitos palestinos e até autoridades internacionais denunciaram o total desrespeito aos direitos humanitários, inclusive com o uso de armas proibidas. Não aprenderam com a história. Certamente terão de pagar por seus erros.
Um promotor do Tribunal Penal Internacional, órgão que julga crimes de guerra e outras situações de conflito, está estudando a possibilidade de investigar Israel por crimes de Guerra. Usou armas com fósforo branco, que ocasiona queimaduras de diversos graus em suas vítimas.
Para mim, é vergonhoso ver um país formado por um povo que faz parte da história da humanidade, ser colocado no mesmo nível de ditadores e generais sanguinários. Lamentável. Veja a mátéria abaixo:
Promotor da CPI diz que avalia investigar Israel por crimes de guerra
O promotor da Corte Penal Internacional (CPI), o argentino Luis Moreno Ocampo, revelou que avalia investigar Israel por crimes de guerra pela morte de 1.300 palestinos na Faixa de Gaza, em entrevista publica neste domingo pela revista dominical Perfil de Buenos Aires.
"Estamos avaliando o tema, estamos em uma etapa de análise. Ainda não decidi se começo uma investigação, mas há uma possibilidade de que isso ocorra", disse Ocampo, que há quatro dias conseguiu que o tribunal emitisse uma ordem de prisão contra o presidente do Sudão, Omar al Bashir, acusado de crimes de guerra e contra a humanidade em Darfur.
Moreno Ocampo, ex-promotor do histórico julgamento dos comandantes da última ditadura argentina (1976/83), explicou que está analisando as denúncias entregues em janeiro à Corte por Ali Khasan, ministro da Justiça da Autoridade Palestina.
A Autoridade Palestina acusa Israel de ter utilizado fósforo branco em áreas habitadas por civis durante a operação militar contra o grupo radical islâmico Hamas, no início do ano.
"Khasan veio ao meu escritório e disse que era importante investigar os crimes em Gaza", contou Moreno Ocampo. Fonte: G1
segunda-feira, 9 de março de 2009
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