O plebiscito que proporcionou a Hugo Chavez ser reeleito indefinidamente, mascara através da democracia o que não é nada mais do que tirania. Não há momento na história em que se vê um governante perpetuado no poder que não seja transformado em tirano. O destino da Venenzuela é negro e triste. Com uma economia combalida, que só não está pior devido aos grandes ganhos com petróleo, o país ainda tem que ver os desatinos de seu governante que apoia outros países em busca de parcerias para sua Revolução Bolivariana, gastando bilhões que poderiam muito bem serem utilizados para aplcar a miséria de grande parte do povo venezuelano.
Outro característica dos ditadores é um maciço investimento em forças armada, independente das necessidades do país em outros setores (coisa típica de ditadores africanos), o que Chavez tem feito nos útlimos anos, com a compra de armas e equipamentos (inclusive aviões brasileiros). Recentemente, realizou manobras conjuntas com a frota russa que visitava o país, estreitando os laços comerciais e diplomáticos, e com generosas encomendas de armamentos.
O direito a se reeleger indefinidamente dá a Chavez o poder de desequilibrar a situação na América Latina, pois com sua ditadura posta em prática, pode investir pesadamente em suas forças armadas sem que tenha oposição. Tudo em nome de uma demagoga volta aos princípios de Simon Bolivar. E, quem sabe, a insanidade de um ego inflado que queira entrar para a história como grande libertador das Américas(?). Mas o que vai conseguir é a imagem do tirano que fez o bem (?) aos de fora de seu país e esqueceu dos famintos e desempregados do seu. Hipocrisias características dos ditadores.
Outro perigo é que Chavez já tem pretensos seguidores na América do Sul: Equador, Paraguai e Bolívia, todos com ressentimentos e rancores históricos com o Brasil. Lembre-se dos fatos desagradáveis nos últimos anos que atentaram contra intesses e contratos brasileiros.
Então meus amgios, concluo que é muito grave a situação e exige uma atuação diplomática febril por parte das três maiores economias do continente, Braisl, Argentina e Chile, visando defender interesses não só econômicos mas também de defesa da democracia, fragilizada pelo resultado do referendo venezuelano. Não se criou um novo Bolívar, mas no máximo um novo tirano como Idi Amim Dada, Stroessner, Pinochet, Bokassa, Médici, Costa e Silva, Fujimore, Franco, Salazar, Kim Jong-Il, Videla, Ceausescu, Tito, Fidel, e tantos outros, todos ditadores de triste história para suas nações.
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